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Universidades de prestígio dos EUA criam cursos on-line gratuitos |
Cinco universidades de prestígio dos Estados Unidos criarão cursos on-line gratuitos para estudantes em todo o mundo por meio de uma nova plataforma de ensino interativo, chamada Coursera, anunciaram os criadores nesta quarta-feira (18). Os dois fundadores, professores de ciência da computação da Universidade Stanford, também anunciaram que receberam US$ 16 milhões em financiamento de duas empresas de investimento do Vale do Silício.
O Coursera vai oferecer mais de três dezenas de cursos universitários no ano que vem por meio de seu site, sobre assuntos que vão de mitologia grega a neurologia, de cálculo a poesia norte-americana contemporânea. As aulas serão projetadas e ministradas por professores de Stanford, Princeton, Universidade da Califórnia em Berkeley, Universidade da Pensilvânia e Universidade de Michigan.
O Coursera se junta a uma série de projetos on-line ambiciosos que visam tornar o ensino superior mais acessível e barato. Muitos desses empreendimentos, no entanto, simplesmente publicam palestras inteiras na web, sem nenhum componente interativo. Outros se esforçam para criar novas universidades do zero.
Os fundadores Daphne Koller e Andrew Ng afirmam que o Coursera será diferente, pois os professores de escolas de prestígio vão ensinar usando o nome de sua universidade e vão adaptar os seus cursos mais populares para a web, incorporando tarefas e exames a aulas em vídeo, respondendo a perguntas dos alunos em fóruns on-line -- e até mesmo, talvez, trabalhando por meio de videoconferência.
Testes de múltipla escolha e de respostas curtas serão avaliados via computador. O Coursera em breve apresentará um sistema de classificação para avaliar trabalhos mais complexos, tais como ensaios ou algoritmos.
Os estudantes não receberão créditos da faculdade. Mas o Coursera pode oferecer "certificados de conclusão" ou transcrições mediante pagamento de uma taxa. Uma empresa também pode tentar lucrar conectando empregadores com alunos que tenham demonstrado aptidão em uma determinada área, disse uma porta-voz.
As universidades participantes esperam se beneficiar aumentando a sua reputação no exterior, conectando-se com ex-alunos distantes e, quem sabe, trazendo doações de alunos on-line agradecidos.
Folha de São Paulo sds empreendedoras Cida Sales sds empreendedoras
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Como dar bronca no funcionário |
O mundo corporativo é repleto de regras. O profissional precisa usar trajes apropriados, saber se portar em reuniões e eventos de negócios, respeitar horários e prazos, tratar bem os clientes, fornecedores e colegas, entre outras normas de etiqueta.
E é dever dos funcionários e líderes segui-las, ainda mais quando o assunto for chamar a atenção de alguém da equipe.Esta situação exige muito cuidado para não desmotivar o colaborador nem desrespeitá-lo. Segundo o especialista em comunicação verbal Reinaldo Passadori, toda empresa deve ter regras até na hora de dar bronca: “A organização precisa ter um padrão de conduta.
Quando um funcionário cometer algum erro, o ideal é riscar a palavra bronca do manual. Nesse caso, o adequado é ter uma conversa e explicar como o trabalho ou o fato deveria ter sido conduzido.”De acordo com Passadori, o chefe direto é quem deve falar com o profissional.
“O papo deve ser sério, franco e bem objetivo. E o gestor não pode ressaltar apenas os pontos negativos. Ao elogiar um colaborador, você cria um clima melhor. Assim, vai ser menos difícil quando precisar fazer alguma crítica. O funcionário vai perceber que a conversa corrige o que requer conserto. Os elogios são sinônimo de um reconhecimento imprescindível para o crescimento pessoal e de toda a equipe”, diz.
Para o especialista, o profissional pode argumentar com o chefe desde que saiba conduzir a conversa com respeito. “Ele pode dizer que tem uma outra visão sobre o fato e que gostaria de comentar o que pensa. O importante é argumentar de forma clara, sem qualquer rodeio.
”DICASConversa - A bronca não deve ser dada na frente dos outros colaboradores. Esta é uma situação constrangedora para todos da equipe, e acaba desmotivando os profissionais. O ideal é escolher um lugar reservado para conversar com o funcionário.
Paciência - Se por acaso o chefe começar a gritar ou falar palavrões, o profissional deve manter a calma e ter muita paciência. Jamais responder da mesma maneira. Desta forma, o colaborador evidencia quem está fora de controle da situação.
Por: Nany Kimizuka
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Receita vai criar malha fina para empresas |

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DA AGÊNCIA BRASIL, EM BRASÍLIADE SÃO PAULO.
As pessoas jurídicas também terão a sua malha fina. A informação é do secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto. A malha fina é o banco de dados do Fisco, onde são armazenadas as declarações que apresentam inconsistências após os diversos cruzamento realizados pelos sistemas informatizados do Fisco.
>> Continua<< |
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