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Questionar é desenvolver o espírito crítico, por isso é inevitável que, após minhas palestras, aconteçam questionamentos. O tema dessas questões geralmente é a transformação pessoal. Seguem alguns exemplos:

– Como posso começar minha transformação pessoal?

– Como posso ajudar minha família a dar os primeiros passos em direção a um novo estilo de vida?

– Como posso incentivar as pessoas a investir no cuidado com a saúde?

Na minha caminhada, aprendi que, para alguns, o caminho da transformação é mais fácil do que para outros e que, por vezes, transformar-se é uma questão de estratégia. Para entender isso melhor, é preciso lembrar das inúmeras dores emocionais experimentadas ao longo da nossa vida. Lembrar também dói, não é mesmo? Pois bem: a transformação pessoal, para aqueles que negam a dor, é mais difícil.

É preciso lembrar que é sempre mais saudável encarar a vida de frente, sem inventar histórias ou desculpas. Fugir da realidade é dificultar a transformação pessoal. Afinal, mentir para si mesmo é sempre a pior mentira (Música: Quase sem Querer – Legião Urbana).

Quem mente para si mesmo fecha portas para a aceitação e a resignação, o que dificulta inspiração para novas direções.

Quando essa porta representa o coração, fica fácil desconstruir verdades absolutas. O coração é menos resistente e aceita reconhecer a dor e, com isso, a sensibilidade aflora e novas conexões se tornam possíveis.

Pessoas que lacram a sensibilidade são amargas e inacessíveis, armazenam orgulho e prepotência. Nesse cenário fica difícil motivar uma mudança.

O amor, a felicidade, a aceitação e a mudança precisam coração com suas portas abertas, caso contrário o acesso não acontece.

Corações trancados costumam conter muitos obstáculos, entre eles crenças limitantes, padrões emocionais e programas mentais que roubam a energia e a esperança.

Então, como iniciar a transformação pessoal? Inicie respeitando a estratégia do seu coração e evolua para aceitação e resignação da dor. Cogite a possibilidade da transmutação de tudo que possa ter limitado a sua vida até o presente momento e, por último, desapegue-se das histórias pessoais e abra espaço para criar novas aventuras. Diga adeus a roteiros dramáticos. Vida nova, e, nesse caso, vida nova significa olhar para dor como se olha para alegria e é assim que se transmuta o que dói. Chega de tatuar a dor no corpo como castigo e como comprovação de que a vida é difícil.

Crenças pesadas criam realidades insanas. Desapegue-se e abra o portal do coração para a transformação fazer seu trabalho.

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http://Irlei Hammes Wiesel – Palestrante

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