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“Se você perder a motivação, aos poucos você perde tudo!”

 

O ser humano possui duas escolhas na vida: ficar onde está, sem evoluir um único centímetro, ou ir em busca de suas conquistas e alcançar objetivos pessoais e profissionais. 

Para alguns, isso é chamado de “livre arbítrio”, para outros “arregaçar as mangas e correr contra o tempo”

Não importa que denominação receba a força que move as pessoas. A motivação é algo que se alimenta do interior de cada indivíduo, e cabe a cada um fazer o seu papel. 

Por outro lado, vale lembrar que no campo organizacional, as empresas também possuem uma importante parcela de colaboração para motivar os profissionais. 

A questão em si não é o quanto investir, mas que ações realmente fazem os indivíduos sentirem-se parte da realidade corporativa e não apenas serem meros espectadores. 

O ser humano é motivado por natureza, vindo de uma fusão de equipe, o pai e a mãe, cada um entrando com 23 cromossomos e nessa fusão acontece uma verdadeira explosão de 300 bilhões de genes. 

Nasce aí o ser mais motivado do mundo, vencendo uma concorrência em gens equivalente a quase 50 populações do planeta Terra. 

O ser humano nasce, cresce e vive num ambiente global e competitivo onde uns tem mais sucesso que outros. É a competição da vida. 

Geralmente são 30% de sonhadores, 69% de destruidores de sonhos e 1% de criadores de sonhos. Isso pela forma como encaram a vida. Ou são otimistas responsáveis ou são pessimistas travestidos de realistas. 

Alguns são até mais felizes que outros. Assim, no universo corporativo, penso que o que vai definir o resultado é essa junção das duas situações, ou seja, da parte da empresa, criar mecanismos que trabalhem o estímulo das pessoas e da parte dos funcionários entenderem que eles podem buscar suas diferenças, buscando conhecimento. 

Conhecimento destrói incertezas. Conhecimento com motivação constrói resultados. É isso que determina uma carreira de sucesso no mercado. 

A pergunta que se faz é: Como trabalhar a motivação? O líder deve saber trabalhar com duas situações. Em primeiro lugar, perceber que ele estará diante de pessoas e estas são na sua essência muito diferentes, com reações e perfis diferentes. 

O que fazer? Saber aceitar as diferenças individuais e ao mesmo tempo trabalhar o potencial de cada um. 

Em segundo lugar, reconhecer o que a maioria de todas as lideranças no mundo reconhece, isto é, entender que o grande desafio para se atingir metas e objetivos passa por uma equipe motivada. 

Não se pode construir uma empresa 100% em excelência e resultados com uma equipe 50% em comprometimento com metas, qualidade ou na aceitação dos desafios.

 Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus! 

* Gilclér Regina, palestrante de sucesso, escritor com vários livros, CDs e DVDs motivacionais. Tem clientes como General Motors, Basf, Bayer, Banco do Brasil, Arcom, Grupo Mateus numa lista de mais de 1000 clientes.  Experiências no Japão, Portugal, Estados Unidos, Alemanha, entre outros países… Mais de 2500 palestras realizadas no país e exterior.

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Eijy Goto

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