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Millennials é a nova definição da geração que nasceu pós ano 80 que vem chegando cada vez mais em posições de liderança no mercado do trabalho.

Uma pesquisa da consultoria McKinsey demonstra algumas características desta geração, embora a conclusão final seja de esperar um tempo para saber se as medidas ditas como resultado de incentivo a esta geração vão funcionar, penso que a medida tem grande chance de sucesso.

Vejamos a reportagem da Exame.com:

Os millennials chegaram às empresas. O que fazer agora?

A geração dos millennials, aquelas pessoas nascidas depois dos anos 80, vem tomando lugar nas empresas com uma frequência cada vez maior. Para a especialista em gestão Joanna Barsh, diretora emérita da consultoria McKinsey, isso impõe um série de desafios para os gestores, e é preciso se adaptar. Em novembro, Joanna virá ao Brasil participar da conferência HSM Expo, em São Paulo, onde falará sobre essas e outras questões.

Em seu novo livro, Grow Wherever You Work (“Cresça onde quer que trabalhe”, numa tradução livre), a senhora orienta a geração millennial a lidar com os desafios do trabalho. Esses desafios de hoje são diferentes daqueles do passado?

Não acho que eles sejam diferentes. O que difere é a mentalidade da geração millennial. Os jovens entendem que as empresas podem demitir a qualquer hora se for necessário cortar custos ou se a companhia for vendida. Por outro lado, pensam que, se não estiverem gostando do trabalho, vão procurar outro lugar. Ou seja: não existe mais aquela fidelidade à empresa, porque a empresa também não é mais fiel ao funcionário.

De que forma isso ocorre na prática?

Quando enfrentam um desafio, os millennials pensam: “Talvez eu deva me demitir e tentar outra coisa. Talvez deva virar empreendedor”. Eles sentem que, se não estiverem crescendo, se desenvolvendo, vão deixar a empresa. Isso vem de um sentimento de autodependência muito forte.

Por que a fidelidade com as empresas foi perdida?

Porque os millennials nasceram num mundo mais instável. Um mundo em que há recessão econômica, os conflitos mundiais e os acontecimentos inesperados ocorrem o tempo todo. Além disso, muitos viram seus pais perder o emprego. Sabem que o ambiente das empresas é rigoroso e que eles têm de cuidar de si mesmos. Acreditam que a carreira é uma responsabilidade deles, mas também é uma questão de escolha. Também por causa disso, mudam de emprego com mais frequência.

É uma geração que se arrisca mais?

Não. Conheço muitas histórias de millennials que se arriscam mais, mas também conheço muitos millennials que não se arriscam em nada. É mais uma questão individual. Não acho que seja uma questão geracional.

Como as empresas podem se adaptar a essa mentalidade?

Para as empresas gerenciarem os funcionários mais jovens de forma mais efetiva, precisam oferecer um trabalho que tenha um significado para os funcionários. Em que eles sejam capazes de aprender, de crescer e evoluir na carreira. Em que eles se sintam parte de uma comunidade. Um trabalho em que falar diretamente com o presidente da companhia seja algo natural.

Imagino que não seja fácil criar um ambiente assim, certo?

As grandes empresas com as quais me relaciono começaram a treinar seus gestores para se comunicar melhor, para reconhecer que precisam liderar as equipes de forma diferente. Isso porque os millennials estão se demitindo em número tão grande que virou um problema. O custo de recrutar pessoas e vê-las sair da empresa o tempo todo é muito alto.

Essas medidas têm funcionado?

Ainda é cedo para dizer. Pretendo fazer uma pesquisa com as empresas agora para saber quais medidas tiveram sucesso. A verdade é que tudo está sendo experimentado. Então, vamos ver uma mudança contínua das empresas nos próximos cinco anos.

Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-exame/os-millennials-chegaram-e-agora/

Em pleno pleonasmo assumido, portanto, em resumo resumido, podemos afirmar que a grande questão é como gerir pessoas com propósito e ambiente agradável.

No universo jurídico, onde muitas vezes plano de carreira é um luxo de poucos e muitos gestores ainda insistem em querer empregados subalternos sem pensar, temos um ambiente hostil sem nenhum propósito adquirido.

Todavia, novos escritórios – e alguns com tradição também – perceberam que rotatividade de colaboradores não agrega valor ao negócio, que incentivar além do financeiro também é importante (cursos, conhecimento, feedback, etc) para que as pessoas compreendam o seu propósito dentro do negócio e possam investir nele como os gestores investem também.

A grande pergunta é: O que você tem feito para gerir o seu negócio?

Investe em gestão, tecnologia, marketing para obter resultados?

Como gestão, busca incentivos, plano de carreira, estudos para os colaboradores?

Como tecnologia, cria um ambiente saudável tecnologicamente para que os colaboradores possam crescer?

Como marketing, pensa em como os colaboradores interagem com clientes?

Enfim, qual o seu propósito para que você possa gerar propósito aos seus liderados?!

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Sou Gustavo Rocha
CEO da Consultoria GustavoRocha.com – Gestão, Tecnologia e Marketing Estratégicos
(51) 98163.3333  |  gustavo@gustavorocha.com  | http://www.gustavorocha.com

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