“Motivar é extrair o que está dentro. E se está dentro é preciso ir lá buscar. Desafios extraordinários produzem pessoas extraordinárias. “
Gilclér Regina

Numa pesquisa feita com mais de 500 representantes do alto escalão das maiores empresas em atividade no país, empresários e executivos admitem que suas equipes estejam desmotivadas.

85% dos principais dirigentes de grandes empresas admitem que a falta de motivação seja o grande entrave para se atingir objetivos.

Aceitar pessoas acomodadas, que não estão atuando com a motivação necessária, prejudica a saúde da empresa no longo prazo.  E sabemos que a pior doença é aquela que é crônica, que não afeta o curto prazo, mas corrói aos poucos a competitividade do negócio.

A motivação tem que estar tinindo para enfrentar problemas de ordem externa, sabedores de todos como uma carga tributária asfixiante, falta de infraestrutura e um ambiente externo bastante complicado seja de mercado, política econômica, juros e até de situações adversas que alguns teimam em chamam de crise.

Quais são os antídotos que podem ser usados contra a falta de energia e engajamento dos funcionários? Como resposta imagino a transparência da liderança, a definição clara de objetivos e mesmo a menor complacência quando resultados não são atingidos.

O remédio é envolver (comprometer) mais os funcionários com os valores e com a missão da empresa. Embora a gestão de pessoas faça parte do discurso de boa parte dos dirigentes ela parece estar distante da prática.

O principal gatilho da motivação é mesmo o desafio. Muitas vezes as metas são pouco ousadas, e as coisas não funcionam.

Muitas empresas estão focadas em reduzir custos e em aumentar a produtividade.

Existe um esforço nesse sentido, que passa por envolver a equipe de trabalho para que eles se sintam mais comprometidos. Mas, neste caso torna-se necessário dividir responsabilidades, mas também oferecer uma remuneração condizente.

O fato de todos estarem atuando para apagar incêndios faz com que o sentido das ações no longo prazo (planejamento) se perca, o que acaba desmotivando as equipes.

Uma conjuntura de mercado recessivo não é necessariamente ruim para os gestores, pois pode ser usado para “arrumar a casa”, pois quando as empresas estavam registrando forte crescimento não havia tempo para exercer uma gestão de mais qualidade.

Muita gente foi contratada para acelerar a produção e outros foram promovidos por necessidade, mesmo sem estarem devidamente preparados para isso.

É possível que hoje seja um bom momento para identificar quem forma seu quadro, quem são seus talentos e reter os melhores.

Talvez seja mais difícil encontrar neste cenário a verdadeira ideia de sucesso. Mas certamente uma ideia de fracasso é manter todos quando nem todos são bons. Ou seja, é preciso separar o joio do trigo. É preciso ter coragem para admitir erros e mesmo demitir pessoas.

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

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Eijy Goto

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