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Gastar dinheiro não é somente um ato necessário ou compulsivo. A maneira como o usamos reflete muito sobre a nossa saúde emocional.

Você sabe por que gasta dinheiro? Qual será sua resposta?

Alguns dizem que gastam dinheiro para sobreviver e outros afirmam que o gastam para sentir-se bem.

Gastar para sobreviver é necessário, pois precisamos cuidar da saúde, do bem estar, da alimentação, da educação e de tudo que nos dá um mínimo de dignidade, não é mesmo?

Quando gastamos para sobreviver, gastamos com o suficiente e nada mais. Usamos critérios realistas e inteligentes. Somos conscientes do que podemos gastar e respeitamos o orçamento. Isso é um sinal de que estamos no controle das emoções de compra.

O problema está no ato de gastar para sentir-se bem. O vilão, nesse caso, é a necessidade de buscar alívio para emoções terríveis que estão destruindo o humor, a alegria e a autoestima. Mas lembre-se: não há nada de errado em querer sentir-se bem. O problema é que a maioria das pessoas não entende o sentimento por trás do dinheiro. Para muitos, a busca pela melhora interna passa pelo ato de consumir, e isso não é nada recomendável.

A melhora instantânea provocada pela relação de afeto entre o consumidor e seu objeto de estima é impressionante. O ato de comprar desperta poder pessoal uma vez que sentimentos de baixa estima costumam anular o que há de mais forte em nós.  Comprar é um remédio que provoca bem estar instantâneo. Duradouro? Nem sempre, ou quase nunca, não é mesmo?

É apropriado salientar que emoções descontroladas determinam gastos. Entenda qual o sentimento que você busca quando gasta, porque dessa forma poderá substituir o gasto por outra coisa e poderá até tratar o sentimento que está destruindo seu poder pessoal.

Por exemplo, quando você vai ao shopping e compra uma roupa que não está precisando. Pergunte-se qual o sentimento que está buscando saciar quando faz a compra e com qual sentimento que você fica depois de comprar. Tente mapear esses sentimentos e você descobrirá como será fácil controlar gastos, sem esforço. São as pequenas atitudes que revolucionam a forma como usamos o dinheiro.

Lembre-se, escravizar-se é doentio. Escolher é inteligente e saudável. No mundo do consumismo, ser consciente diante dos apelos de compra auxilia a caminhar rumo à prosperidade. Se você deseja ser próspero nas finanças, siga as ideias acima e descubra como é estar no comando das escolhas.

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Abraço
Irlei Wiesel

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